quero falar do vale do jequitinhonha, onde moro atualmente,em uma cidadezinha chamada minas novas com quase 300 anos de historia...quero tentar tirar do mundo as atribuições que dirigem ao nosso vale:aqui não é o vale da miséria, não somos ricos nem pobres, mas nossas vidas é nossas tradições, nossa hortinha familiar, nossos amigos e a fé em Deus, somos hospitaleiros e gentis...gente gente eu não sou daqui dessa terra, e já falo como se fosse...isso se chama amor a terra mãe gentil.
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para tudo agora há conferencias, nelas tiramos propostas para por em votação sobre determinado assunto, até agora eu não sabia para que servia, mas depois de participar de inúmeras estou pegando o espirito da coisa...a mais recente foi em capelinha mg, com os temas:ALIMENTAÇÃO SAUDAVEL, ADEQUADA E SOLIDÁRIA DIREITO HUMANO BÁSICO, EDUCAÇÃO ALIMENTAR E NUTRICIONAL, SISTEMA AGROALIMENTAR E OS POVOS E AS COMUNIDADES TRADICIONAIS NO BRASIL(termo usado para identificar grupos sociais que utilizam os recursos naturais de forma diferenciada.)esteve presente nesta conferencia vários representantes de cidades do vale do jequitinhonha, lideres comunitarios, representantes da emater, consea, quilombolas, programa leite pela vida...saiu propostas de sumo interesse para que o direito a vida, alimentação e dignidade sejam respeitados com igualdade de condição..em agosto no CESC DE BH ESTAREI LÁ PARA DEBATER JUNTAMENTE COM OS DEMAIS DELEGADOS AS POLITICAS PUBLICAS NUTRICIONAIS...
ResponderExcluirDEFENDER A TERRA, A AGUA, O AR QUE RESPIRAMOS É DEVER MEU SEU E DE TODOS HABITANTES, MAS PARA ISSO DEVEREMOS EDUCAR AS CRIANÇAS PARA NÃO PUNIR OS ADULTOS, NOS MÃE, PAIS, EDUCADORES E ARTICULADORES SOCIAIS, DEVEMOS NOS UNIR PARA MUDAR O RUMO DE NOSSA HISTÓRIA,PARA QUE NENHUMA VIDA SE PERCA POR FALTA DE AMOR...EU AMO A VIDA, A TERRA EM QUE PISO E QUE ME ALIMENTA, EU AMO CADA SER QUE FAZ PARTE DESSA CADEIA CHAMADA BIODVERSIDADE...
ResponderExcluirVALE QUE TE QUERO VERDE, COM CRIANÇAS ROSADAS, MUITA AGUA EM SEUS MANACIAIS..LIVRE DE FOME E PROBREZA..ISSO NÃO É UTOPIA É A REALIDADE PRESENTE MINAS NOVAS, MÃE DE VÁRIAS CIDADES...TEU NOME DOCE SOA NO MEU CORAÇÃO E ME FAZ TE AMAR CADA VEZ MAIS...MINHA MÃE ADOTIVA TE AMO COM ORGULHO...VERÁS QUE EU NÃO FUJO A LUTA,PELA IGUALDADE, PELO DESENVOLVIMENTO E PELA TRADIÇÃO DO POVO DESSA TERRA MÃE GENTIL...
ResponderExcluirFundação: 29 de junho de 1727 (284 anos)
ResponderExcluirMinas Novas, antes denominada Arraial das Lavras Novas dos Campos de São Pedro do Fanado, foi fundado, pelo bandeirante paulista Leme do Prado. Ele veio à cata de ouro, encontrado em abundância no arraial. Deixando a região do rio Manso próximo a Diamantina, devido a uma epidemia e procurando o rio Araçuaí e o rio Itamarandiba, Sebastião Leme do Prado, juntamente com outros paulistas, vieram a encontrar o rio Fanado por erro de rota e mais tarde o ribeirão Bom Sucesso.
A notícia do ouro correu o sertão e em pouco tempo havia se formado na região um aglomerado humano. O povoado foi elevado à condição de vila no dia 2 de outubro de 1730, recebendo o nome Vila de Nossa Senhora do Bom Sucesso das Minas Novas da Contagem (obelisco próximo ao Funchal, marca o local).
Criada como arraial da Vila do Príncipe (hoje município do Serro), Minas Novas passou a pertencer ao território baiano até 28 de setembro de 1760. Passou novamente a integrar a capitania de Minas Gerais, sob a jurisdição do Ouvidor da Comarca do Serro Frio, mas permanecendo eclesiasticamente ligada à Diocese de Jacobina, da Bahia. Pela provincial de 9 de março de 1840, foi elevada a categoria de município com o nome de Minas Novas.
Foi o maior município do Estado de Minas Gerais. Do antigo município foram criados 65 municípios mineiros de hoje, entre os quais podemos citar: Teófilo Otoni, Nanuque, Araçuaí, Salto da Divisa, Capelinha, Itamarandiba, Turmalina, Leme do Prado.Com quase 300 anos de história, Minas Novas tem história para contar. Uma das atrações é igreja histórica Nossa Senhora do Amparo. Em fevereiro de 2010, a igreja foi reaberta após um trabalho de restauração que durou 1 ano e meio. Antes das intervenções, o teto da igreja estava todo pintado de verde, o que escondia pinturas do século XVIII.[8]
Outras atrações são a Festa de Nossa Senhora do Rosário e o carnaval, um dos melhores de Minas.